
Mais uma vez a HBO comprou os direitos de transmissão de um show de Madonna, porém desta vez, parece que o acharam um tanto monótono para colocá-lo na íntegra. Propagandearam Confessions Tour, como sendo uma transmissão sem censuras, pelo fato da NBC tê-lo transmitido sem a parte da música Live to Tell, onde a estrela surge crucificada sob imagens de africanos e a miséria do continente, porém os cortes foram feitos pela HBO em outros momentos do espetáculo de Madonna.
Logo que o show foi transmitido em NY, filmagens feitas por fãs através do telão já eram negociadas em sites como Mercado Livre e, óbvio, tratei de comprar na mesma hora. A imagem é de baixa qualidade mas, enfim, tive a oportunidade de assistir, além de todas as músicas, os depoimentos da cantora no decorrer do show. HBO fez, na verdade, uma prévia do DVD que será lançado em meados de janeiro, sob a direção do sempre-espetacular Jonas Arkelund.
Edição bacana, muito slowmotion e cenas de closes que parecem ter sidos feitos em estúdio especialmente para a edição do show DVD. Na versão da HBO, porém não é possível ver as partes em que Madonna interage com o público, a canção Paradise e Isaac (em que ela canta ao lado de um muçulmano), nem a de Lucky Star que não sei por que cortaram, afinal.
Apesar de ser um show espetacular, não chega a bater a perfeição de Reivention Tour, a turnê de 2004 em que Madonna recheou a apresentação com 70% de músicas antigas. Fenomenal! Já Confessions Tour é um show para se ver no começo e dançar no final, taaanto que cochilei na metade da transmissão…
Para quem quiser se matar dançando, sugiro download do áudio do DVD, já disponível na rede das seguintes versões: Music (Disco Inferno), La Isla Bonita e Erótica.
Fazia tempo que Playboy não causava expectativa. Com essa avalanche de Marias Ninguém que temos certeza que posarão no primeiro convite, nem musas como Rita Guedes e Flávia Alessandra causaram o burburinho que a estrela da próxima capa vem causando. O nome não poderia ser outro, afinal um marketing bom feito vale por um novo recorde: Karina Bacchi e o piercing escondido.
“O ensaio pintou num momento de crise. Tínhamos programado a capa de janeiro com a Luma de Oliveira. Uma semana antes da data marcada para o início, ela desistiu e tivemos que correr atrás de uma nova estrela. A Vera Fischer era um sonho antigo. Quando começou a circular o noticiário sobre a desistência da Luma, a empresária da atriz me ligou, dizendo que era a hora de fazer o ensaio. O contrato foi assinado na manhã de uma sexta-feira e, no mesmo dia, à noite embarcamos para produzir o trabalho, em Paris. A Vera tem fama de ser uma pessoa instável, envolvida em drogas. Conheci uma pessoa diferente. Ela acordava às sete horas da manhã e fotografava nua debaixo de uma temperatura de quatro graus negativos. Ela já teve dois filhos, têm um pouco de flacidez na barriga. Mas nada que não possa ser corrigido pela produção da revista. Por outro lado, tem uma pele linda e pernas musculosas, maravilhosas, sem o menor sinal de celulite. E, diante da câmera, transforma-se numa mulher fatal.” (Ariane Carneiro antiga editora da Playboy)

Esta revista saiu logo após o recorde batido por Feiticeira, era a virada do milênio e, nós leitores, esperávamos alguma mulher transcedental. Quem mereceria essa honra? Apostava-se em Ana Paula Arósio, Maria Fernanda Cândido, até que Luma bateu o martelo. Eu ainda não tinha vivenciado nenhum mês na companhia de Luma como colecionador, mesmo que ela ilustrasse algumas duas ou três capas, porém eram dos anos 80. Logo veio a notícia em cima da hora que Vera havia ocupado o lugar e fiquei mais feliz ainda, pois ela devia um bis desde 82.
O ensaio era tão devastador quanto os seus pêlos pubianos. Tão controversa à famosa depilação de Adriane Galisteu, Vera mostrava fotos nada discretas de seu púbis que não levava um trato desde que sua filha de quase trinta anos nasceu. Mas nem por isso deixou de se transformar em uma das mais belas obras de arte de Playboy. Clicada por Bob Wolfelson, em Paris, não poderia ser diferente. Elegante, ousado, lindíssimo e com a cara dos ensaios de Bob. A foto mais impactante é uma em que closes os seios e a periquita de Vera aparecem pelas frestas de uma porta de uma coisine, dividindo cena com as mãos de um açogueiro que fatia pedaços de carne.
Na última página, merecidamente, Vera é banhada em champagne!
eric diz:
dá vontade de virar hippie
Marcela diz:
e vender brincos
Marcela diz:
eu faço e tu vende
eric diz:
tá
eric diz:
podemos traficar tbm
Marcela diz:
boa
eric diz:
nos prostituir
Marcela diz:
boa

Não me perguntem o porquê, pois esta resposta pode nem se tão polêmica quanto aqueles que dizem que gosto da PLAYBOY por, na verdade, querer ser uma coelhinha. Cobras! Hehehe
O fato é que desde que me conheço por gente - e isso têm início antes mesmo de meu nascimento - eu AMO PLAYBOY.
Lembro de quando eu fingia brincar de Chaves - em que o barril era o quarto onde eu me trancava - para olhar as revistas de 90, nos aposentos de um tio - lembro inclusive da floresta Amazônica da Luiza Tomé, em uma destas. Lembro de parar na frente das bancas para comprar gibis da Mônica, enquanto admirava a capa da PLAYBOY, que seria desenhada tal e qual a que eu tinha visto, logo que chegasse em casa. Lembro de Magali Vaz, Paloma Duarte, Galisteu, a Garota de 87. Cara, era fantástico, eu até sentia tesão, não minto.
O fato é que hoje a história é a mesma, sou colecionador, dono de centenas de revistas e continuo desenhando-as, o que me faz pensar que de repente, um dia, eu esteja lá.
Para quem quiser conferir um pouco de meu trabalho, o link abaixo:
eric diz:
gelatina em ingles?
MC - Primula Moss of Lake-by-Downs diz:
meu nome em hobbit
eric diz:
puta que pariu em sanscrito

Aconteceu. O pior é que já aconteceu há alguns meses, mas eu insistia em não admitir: eu já vi todos o episódios do Bob Esponja. Também, não poderia ser diferente. O Squarepants funciona como uma terapia, pois é um escracho feito Os Simpsons, e, quem é assíduo como eu sabe do que estou falando. Humor mais que adulto, chega a ser gay – com o perdão da piadinha – ihihihihi.
Ontem (re)vi o episódio em que Bob tinha como dever de casa fazer uma redação de não me lembro quantas linhas. Exatamente como eu faço quando tenho alguma coisa para fazer em casa, Bob planejou sentar para fazer a sua redação enquanto o mundo à sua volta conspirou para que ele não conseguisse. O mundo à sua volta, víííírgula.
Bob Esponja e eu sofremos do mesmo mal: a falta de concentração. Me lembro de todas as tentativas de fazer uma meditação em minha vida. “Agora esvazie a sua cabeça” – eu imagino uma faxineira com o espanador nas mãos limpando e varrendo meu cérebro (inclusive com as texturinhas de minha massa encefálica). “Pense em nada” – começa a piscar um letreiro luminoso com a palavra “nada” ou entram dançarinas de can-can cujas calcinhas, ao levantarem as saias, formam a estimada palavra “nada”. “Descanse a expressão de toda a sua face e corpo” – o que definitivamente me frustra, ao concluir que realmente eu não estava relaxado desde o começo.
Agora que sou veggie, pretendo – e na verdade planejo há muuuito tempo – entrar na Yoga. O problema é que tenho a leve sensação de que o fantástico mundo de bobby não vai resistir a mais uma tentativa de me concentrar.

Sinceramente não sei como tô conseguindo atualizar frequentemente este blog, o que me faz pensar que em questão de dias estará estourada a cota de ânimo que toma conta de mim e logo este espaço vai estar jogado às traças.
Hoje, dizem ser o dia de pensar positivo. A pessoa que inventou esse novo dia de caráter cósmico com certeza não trabalha em uma agência de publicidade, tendo que aguentar um acúmulo de -sem citar nomes - pessoas e clientes. Sim, existe a diferença entre pessoas e clientes, como do ser humano para aquele que não é, mas isso não vem ao caso, visto que todas estas espécies têm em mente acabar com a tua paciência. Depois disso tudo vem a fábula faculdade. Indo ou não indo, ela me estressa de qualquer jeito. Isso tudo somado aos telefonemas da família e das chamadas inesperadas em meu interfone só me fazem imaginar em como seria o dia do apocalipse e confesso chego até a torcer para que chegue logo.
Margarida, traz um chá!

Luize Altenhofen volta à PLAYBOY, depois do ensaio de 2001. Ela foi capa duas vezes, em jan/01 e voltou em dezembro do mesmo ano, em edição especial sobre as mulheres de todo o mundo, onde ela dividiu capa com a morena Scheila Carvalho, porém o ensaio era o mesmo já feito.
A temática volta a ser a mesma. Praia, praia e praia e a capa reinventa as de Andréa Rammé, Deborah Secco e chega a lembrar uma de Luma.
Acima a minha versão e a deles.







