Realmente não há mais o que ser inventado nesse mundo-cão. Enquanto todas as grifes de perfume nos induzem a mascarar os odores que saem de nossos poros, eis que surge um produto justamente com um diferencial bastante controverso. Vulva Original. Sim, um perfume com cheiro de buceta. Perdoem-me os castos, mas a notícia pede que eu seja bastante claro. Não é por nada, mas acho que nenhuma vagina seja limpa e cheirosa o suficiente para merecer uma fragrância com tal aspecto. E perdoem-me os straights, desta vez.
VULVA Original is not a perfume (ok, isto eu já tinha imaginado). It is a beguiling vaginal scent (também imagino o quão encantador seja) which is purely a substance for your own smelling pleasure (or, your own bizarre pleasure). Breathe in (to feel sick) and enjoy, anytime, anywhere, the odour of a beautiful woman.
Daí eu fico só imaginando o marido indo até a loja escolher um perfume, indeciso entre os toques amadeirados, cítricos e vaginais. É demais pra mim. Balde, já!
Uma pessoa de crasse é outra coisa. Acho que o Ministro deve sentir um pouquinho de vergonha ao notar que o peso de sua filha corresponde a falta de respeito e educação da própria. Preta, Preta, Pretinha, você não está com a bola toda, ou melhor, tá até demais. Beijo-se-mata!
*Clica na imagem, sua burra!
Saiu a capa de setembro da Playboy. Embora tenha sentido um pouco de MEDA ao saber que ela interpretaria Marilyn nas fotos, eu gostei. Achei visualmente bacana, a pose compre-que-tô-rezando é inédita em capa. Atriz posando é outra coisa, sabe como dar uma cara, uma identidade ao ensaio. Bola dentro. Bora comprar!
Agora, só uma dúvida. Na estrada com a Banda Calypso, numa Edição que é intitulada de Superedição de Música? Será que Aran aprendeu a fazer uma mecha blonde no cabelo para sua foto no editorial? So last season. Para não dizer mais, para não ofender ninguém.
Aí, a gente vê a Karina Bacchi dando um monte de entrevista dizendo que não tem silicone na bunda, não tem no peito, não tem na boca, não tem nenhuma intervenção cirúrgica em seu corpo e eu digo, meu bem, você não tem é vergonha na cara. Olha a nareba que tá na capa da VIP de 10 anos atrás e me diz onde ela foi parar nesta foto da Playboy de dezembro?
Comprei o Making Of Vol.4 da revista e me apavorei com o corpo da pseudo-Hilton. Nem focaram muito a bunda de tanta esquisitice notável. Juro, não é mentira, dá pra ver o monte de borracha se mexendo entre sua pele. Hmmm, eu quero falar sobre o Simple Life, mas tô com preguiça. Zzzzzzz…
Aí, a Madonna adotou o novo hobby de Angelina Jolie - dar uma passadinha na África e levar uma criancinha de souvenir. Tá, eu sei que é uma atitude um tanto nobre mas não deixa de ser um pouco neurótica, né? Mad, please, você pode ajudar de taaantas maneiras tooodo o continente africano se assim desejar, mas o Rocco e a Lourdes Maria são obrigação somente sua, né?! Pra começar, Mad, uma pinça U-R-G-E-N-T-E antes que Lola fique a cara de Frida Khalo!
O visual de Elza Soares me parece bem mais natural que o de Lil´Kim, não? Vamos anotar o número do cirurgião de nossa musa-tupiniquim, porque melhor que isso acho que ninguém faz. Já notaram em que a Scheila Carvalho se transformou? Tão nova e já desprovida de expressões como o Cigano Igor. Lastimável.
Momento “eu tava só no remoto-controle” para a nova novela da Record - a emissora que quando crescer quer ser a Globo - estreou agora à noite, antes do cocô Simple Life que eu queria ver, aliás preciso falar nessa bosta depois. Enfim, essa novela é uma coisa meio Clone, meio Heroes, mas consegue ser mais bizarra. É a história dum médico que criou uma espécie de seres humanos transgênicos com estranhos poderes. Só sei que durante os quinze minutos que aguentei, vi uma menina que dá choque nos pais, um garoto lobisomem cheio de pentelho - sim, porque no script do ator continha a fala “olha aqui, este guri tem até pentelho” - que virara um cachorro e atacava o pai, uma menina corcunda que chorava sem parar e por aí vai.
O engraçado é que são todos atores da Globo. Claro, segundo escalão, mas conhecidos da Globo e fazendo papelão. Daí a gente concluí que o que faz um ator é um texto, ou é claro, o improviso. No caso de televisão vale o texto e o desta novela é duvidoso. Vale por algumas captações de imagem, apenas. Agora não bastava a ceguinha de América e da Moça Munita, vou ter mais motivos para um pesadelo hoje a noite? MEDA(versão mirim)!
*Ah, o Leonardo Vieira tá na novela. Hmmm, tá bem, vou ficar quietinho.
Como a gente tá numa vibe photoshop, cicatriz e Bárbara Paz encarnando Marilyn Monroe na Playboy de setembro, nada melhor do que juntar tudo num assunto só. 22 de junho de 1962 é uma data que ficou marcada para a história da fotografia. Regada a Dom Pérignon, Marilyn chegou ao quarto de um hotel, em Los Angeles, local onde seria fotografada por Bert Stern. Era um ensaio para a revista Vogue, onde a estrela se propôs a encarnar a sensual e se mostrar todinha de maneira ousada. Pelo menos para a Vogue.
1 mês depois ela virou purpurina e este tornou-se seu último ensaio. De arrepiar, né?! Principalmente se a gente tenta interpretar seu olhar e suas expressões manifestadas de diferentes maneiras a cada foto, mas o que surpreende mais não é apenas isto. Semanas antes do ensaio ela fora submetida a uma cirurgia na vesícula, que a deixou grosseiramente marcada por uma enorme cicatriz. Na época, como não existia o photoshop, as fotos que evidenciavam a marca gritante foram rejeitadas e, mal sabiam que hoje, onde a gente tá acostumado a ver ilusões de ótica em capas de revistas, aquela foto seria venerada como uma das grandes fotos de Marilyn. Justamente por ser tão verdadeira.
Ai, sei lá. Me emociono com qualquer coisa dessa mulher, acho ela foda. Daí vi hoje uma reportagem na TPM deste mês, com o ovulante Gianecchini na capa e, desde lá fiquei só pensando nesse papo todo que tá correndo por aí do monte de retoque feito na Irislene-Highly-and-Obviously- Photoshopped-Stefanelli, como se tudo isto fosse novidade. Alguém, por acaso, esqueceu do alien que a Playboy criou em novembro de 2005? A mulher-sem-umbigo que apavorou aquela edição?
Pois imagina se fosse verdade aquele corpo sem sua válvula de escape, afinal, onde então fora cortado o cordão umbilical daquela pobre mulher? MEDA!

Esta menina se chama Regina Spektor. Fofa, né? Mas tem atitude rock´n´roll nas letras de suas músicas. Já conta um ponto saber que ela não canta a respeito de pés-na-bunda, lamentações e garotos. É russa, mas mora desde criança no Bronx, onde começou a tocar piano e ter influência de artistas como Billy Holiday. Uma amiga baixou toda a sua discografia, gravei um CD e - desculpa aí, Regina - tô simplesmente viciado. As músicas são diferentes de tudo que já ouvi, ela abusa da voz e dos sons que pode reproduzir com ela. E toca muito. E interpreta mais ainda. O melhor álbum, na minha opinião é Soviet Kitsch, mas é quase impossível não curtir absolutamente todas suas músicas, principalmente ouvindo-as em versões ao vivo.
Como dica, para quem quiser baixar o sumo da cantora, eu aconselho a tristérrima Chemo Limo (I ain’t about to pay for this shit/I can afford chemo like i can afford a limo and on any given day I’d rather ride a limousine), Ghost of Corporate Future, Poor Little Rich Boy, Better, Hotel Song, That Time, Ode to Divorce, Carbone Monoxide, além das divertidíssimas Baby Jesus e Bobbing for Apples (someone next door’s fucking to one of my songs).

O primeiro look foi Elzado do thesartorialist.blogspot.com, na seção European Shorts, Milan & Paris - que nem preciso dizer que ficou algo sobrenatural de tão perfeito. Já o segundo, é o marido da Botox Carvalho, no dia do casamento, fantasiado - eu acho - de Puffy Daddy de Asunción. Momento-vergonha-alheia total.









