
Alguém me explica o que é isto que a Toni Braxton está usando? E, pelamordedeus ONDE ela está usando? Na esquina da Obino? Na Rua Augusta? Em Copacabana? Na figuração da novela das oito? No lançamento de La Conga Sex, estrelando Gretchen? Hmmm, só quis causar um pouco? Hmmmm, conseguiu!
Pontualidade irlandesa é pho-da. Flávia e eu estávamos em dúvida se saíamos para beber algo e se atrasar um pouco para o show, a sorte é que desistimos. O evento, marcado para às 20h, começou exatamente neste horário. Dolores e seu terninho preto de microfibra -que pelamordedeus, não duvido ter sido feito por alguma costureira local - entraram no palco de cara com Zombie, uma das gigantes da antiga The Cranberries.

Ficamos razoavelmente perto da cantora e de sua banda - que mais pareciam ciganos romeiros, uma coisa meio Gipsy Kings, com muito cabelo, muita barba, muita cor e muito xadrez, que distoavam da simplicidade fofa da Dolores. Eu tinha vontade de abraçar ela e dizer “Amor, você canta taaanto que eu até esqueço que com esse terninho você parece mais uma operadora de telemarketing”. Sério, de fechar os olhos e jurar que aquela voz não tá saindo dela, que é alguma reprodução de muito boa definição, mas, não, ela canta pacas. Sem falar na dancinha tosca, desta vez meio tímida, feita especialmente na performance da música Animal Instinct.

Tá, daí thankgod ela tirou o casaquinho - um número maior que o dela - e voltou um com uma blusa que ficaria horrorosa em qualquer pessoa de bom senso. Mas nela, não. Um coisa meio frente única, roxa, onde nas costas tiras de tecido formavam uma spiderweb. Daí voltando ao repertório ela cantou quase todas as músicas do novo CD, deixando de fora Ecstasy, uma das melhores e, lamentavelmente, esquecendo da antiguinha Just my Imagination, onde a dancinha tosca seria muito mais evidenciada.
Troféu Borocochô para o público. Cre-do! Além de não ter lotado, o pessoal não parecia muito animado, não parecia pular de alegria ao som de Salvation, como eu e Flá. Ela pedia palmas e mãozinhas-pra-lá-e-pra-cá e todo mundo cansava nas primeiras 2 voltinhas. Cheguei a acessar a comunidade dela no Orkut momentos antes do show para checar se tava rolando alguma novidade e li que alguns fãs iriam distribuir balões vermelhos para todo mundo encher na hora da performance de Dreams - música final - como uma homenagem à cantora. Porém o máximo que aconteceu foi a presença de meia-dúzia de balões murchos que tentaram em vão causar algum friozinho na barriga da Dodô.
Durou pouco, cerca de 1h e 20min, mas valeu muito a pena. Ela é uma cantora perfeita, dispensa elogios e foi muito querida na tentativa de soltar alguns “ôbrigádios” enrolada na bandeira do Brasil.

E agora, com licença, vou para o show da Dolores O’Riordan em POA. Siiiiiiiiiiiiiiiim, vou lá delirar com muita música antiguinha dos Cranberries e as do seu novo cd Are U Listening?, fazendo aquela dancinhas toscas junto com ela. Amanhã volto com fotos!
Beijomeliga!
“Eu quase demiti todo mundo.” Uma frase, célebre, de Roberto Civita a respeito da capa de janeiro deste ano, a surfista Andrea Lopes. Como ele mesmo fala, só pode ter sido gozação. E sabemos que foi. Em 32 anos, Playboy nunca teve um ano tão deprimente como esse e isso a gente vê com clareza neste documentário, lembrando que desde desde abril do ano passado, a revista - que vem sendo monitorada pelo ex-editor da revista Sexy - tem quebrado uma série de protocolos que atendiam a vontade do leitor. Do verdadeiro leitor, digo. E é massa ver Ricardo Setti, que foi um dos maiores Editores da revista afirmando que é comprovado que a Playboy caiu na qualidade, sendo hoje um simples objetos de venda.
Daí nesse documentário dá pra lembrar de várias coisas interessantes, como a Mata Atlântica no meio das pernas da Cláudia Ohana, aliás, que mulher P-O-R-C-A, além dessa quantidade absurda de pentelhos, nuuunca na vida vou esquecer uma apresentação ao vivo na época de Vamp, onde ela tinha esquecido de depilar - argh - suas axilas. Aí contrariando tem a foto da Galisteu se depilando no giletão. E segura na mão de Deus: Feiticeira Prado, a recordista virou evangélica e disse - depois de ter feito 3 ensaios, sendo um deles com o marido, oh! - que nunca mais posa. Sei.
Playboy readers don’t like Big Brother “Iris Stefanelli, former contestant of the Brazilian edition of the Big Brother reality TV show, appeared on the cover of the anniversary edition of Playboy Magazine - and caused the sales to drop on more than 60%. The nude spread, highly (and obviously) photoshopped, was totally rejected by the public. The magazine was forced to take emergency measures to save the sales, including hiring a bunch of playmates to sell the magazines on the streets. Irony is, any of the “selling playmates” are hotter than the original cover star, and some people are already saying that Playboy could’ve easily avoided the sales drop by putting those five foxes on their cover.”
A Nívea Stellman - que é outra feiosinha, mas pelo menos é gente - já tava de contrato assinado até a Direção dar preferência à nudez rural dessa Sirilene-Highly-and-Obviously-Photoshopped-Stefanelli. Não é a toa que as ações correram em boates, com coelhinhas-de-programa oferecendo a revista aos menos sóbrios e, pior ainda, cartazes com fotos da ex-bbb em frente aos mictórios das mesmas boates, chamando atenção para a edição do mês. Sim, vocês leram certinho, eu disse m-i-c-t-ó-r-i-o. O pior é que os sites lá de fora já estão noticiando. Que mico, hein.
São Hefner que nos proteja.
Óbvio que não furei meu boicote e óbvio que não comprei o lixo que a Playboy nos trouxe na edição deste mês, mas óbvio que comprovei o desastre pela internet. Porque será que o fotógrafo não fez muita questão de mostrar o rosto de Irislene Photoshopanelli? Alguém tem algum palpite?

Ah, surgiu uma notícia de que em setembro realmente será Bárbara Scarface Paz, nua em um teatro, encarnando Marilyn Monroe. Eu tenho cu, né, então eu tenho MEDA! Depois de Maria Antonieta se revirar em sua tumba durante todo o mês de agosto, será a vez de nossa Material Girl se exercitar?

Mais uma da Playboy. Resolveram fazer um troca-troca entre as capas de setembro e outubro. Como nossa querida revista adora uma EX, mês que vem seria dada capa à jornalista-super-profissa Mônica Veloso, ex do políticoman-super-profissa Renan Calheiros e em outubro viria Bárbara Paz, ex do Supla - ou vocês são capazes de lembrar de mais alguma referência que lembre a moça?
Ahhh, sim, ela pagou peitinho neste clipe dos Titãs e deu pinta em muita coisa da MTV, quando ganhou minha simpatia. Só fico intrigado no tema do ensaio que possa combinar com aquela cicatriz em seu rosto. Seria Scarface? Edward Scissor Hands?
Eu tô achando que é tudo mentira e que vem a vampira da Mônica em setembro mesmo, até porque já lançaram as fotos de divulgação, feitas pelo Duran. Quem diria, hein, Renan? Pagou uma nota para tirar a roupa da moça e agora vamos ver tu-di-nho por R$10,99.

Mais uma cacaca que acabou de sair do forno foi o lançamento do novo lixo de Nosfebrit. Não entendi a lamúria, sinceramente, achei que ela fosse lançar uma música falando de carpet licking, suruba, edy e o caralho, mas vem gemendo e lamentando o pé na bunda que levou. Seria muuuuuuito mais interessante uma cover de Rehab, não?! Aposto que Amy deixaria.
Ela tá se preparando para uma apresentação que marcará sua volta, no palco do VMAs. Quem tá torcendo para que seja um desastre bota o dedo aqui, que já vai fechar…

Levou um susto? Então senta na cadeira e clica aqui para escutar uma música horrorosa que dizem ser do novo CD de Mad One. Tá querendo virar JLo? Thalia? Hã? Hã? Eu sabia que a parceria com Pharrel e Justin não resultaria em algo MADONNA. Tudo bem que eu vou descer até o chão com qualquer lixo que minha musa-mor lançar, mas convenhamos. Tá uma bosta! Beijos!

Saia Justa definitivamente devia mudar seu nome para Saia Maitê, até que a mesma resolva sair por conta própria ou ainda Saia Justus, demitindo assim, o elenco todo. Sério, eu não tenho mais paciência desde que a Rita LSDee, a Magda e a Irritando Fernando Young saíram do programa. Daí resolveram chamar a Betty Quatro-por Quatro Lago, a Márcia Tiburi (quem?) e a Luana Piovani - boicotei. Depois chegou a vez de Maitê Proença e Ana Carolina - peraí, não era um programa de mulheres? - chegar para acrescentar. Agora tem a Soninha Marley que eu até gosto, mas nunca mais foi o mesmo. Sério, até o programa com a Heloísa Helena foi beeem mais divertido.
Maitê, i love so much suas fotos sem roupitcha na Itália, entre os velhinhos tarados que estavam vendo o seu útero mas no programa você é uma chata. Gesticula tanto com suas mangas bufantes que parece que vai levantar vôo e cantar somewhere over the rainbown, sem contar que quer seeempre falar mais que as outras - assuntos do tipo como é dar o edy e por aí vai esgoto a baixo. Além de me irritar profundamente treinando todas as poses de Pilates naquele sofá estreito. Chega, por favor, cai fora e vai posar pelada de novo. Pronto, falei.
beijo-se-liga









