Gente, é ÓBVIO que todo mundo que tá lendo conhece o Programa Fantasia, que passava no fim dos anos 90, no SBT, certo? Mas enfim, vamos fazer um miniflshback para lembrar mais ainda. SE meus amigos permitissem, eu postaria no Youtube todas as nossas filmagens onde interpretávamos vários tv shows, na adolescência, para vocês recordarem com detalhes, mas, enfim, eles não deixam. Um dia, quem sabe. O programa consistia em um bando de modelos(?) daquelas que você escolhe num casting para desfilar marcas de quinta, todas de shortinhos e um visual bastante suburbano, rebolando e cantando músicas conhecidas pelo público. Até a Moça Munita da novela das oito já deu pinta lá, joga no Youtube. Tudo, claro, com muita cor, estampa e cores neon, afinal estamos falando da rede do Silvio Santos.
Apresentaram o programa a sem-vergonhanacara, digo, sem-terra Débora Rodrigues - aquela, que saiu na Playboy, também - a Jaqueline (joga no Google) Petkovic, a Tânia (joga no Google) Mara, a Amanda (joga no Google) Françoso e a Adriana (joga no Google) Colin. Falando em Adriana Colin, vou ajudar vocês a lembrar. É aquela loira que faz os mershandisings do Faustão, sacou? Pois bem, reparem num dos vários micos do programa, quando o vocabulário chulo de um telespectador deixa a apresentadora completamente sem graça. Aliás, uma brincadeira de nome Pára-Bola, onde as caracterÃsticas de cada uma das modelos(?) são destacadas pela visão limitada da pessoa que se presta a ligar, é um tanto arriscado, néam? RodaÃ, Gimenez!
Então, gente, o Programa Fantasia voltou ao ar, nesta semana. A mesma coisa, o mesmo logo, mesmo cenário. Temos que parabenizar o Sistema Brasileiro de Televisão pelo cuidado deveras estimado com seus isopores e cenários que jamais se decompõe, afinal parafraseando os Titãs, as flores de plástico não morrem. Ontem, na casa de amigos que também adoram a linha trashtv, deixamos de lado por um momento a primeira temporada do DVD de Os Normais para nos entregarmos à s delÃcias das madrugadas do Acenor Abravanel. Fantasia começa - pasmem - a 1h da madrugada e é apresentado pela Helen (joga no Google) Ganzarolli - aquela, do Gugu - que se despede soltando “um beijo e até amanhã, neste mesmo horário, enquanto a grade da emissoram não muda”. Heh. Mais digno que a apresentadora que simplesmente não conhece a tal grade, lembram? “Boa noite, assistam agora o programa…assistam agora…hmm…Boa noite.”
Enfim, Helen tá superfeliz com o 2º lugar no Ibope da madrugada brasileira. O orgulho se deve ao fato que o programa ultrapassou a Record, no programa Fala que Eu te Escuto. Meu bem, com essa carinha o público tem a ilusão de que você vai fazer bem mais que Escutar, né? É, ou não é, ou não é?
Tava vasculhando meus álbuns, procurando fotos legais para digitalizar e enfim montar um mural que planejo, sei lá, desde que me mudei para o apartamento novo, há quase 2 anos e achei a que mais gosto de todas. Para ter um blog de crÃtica, principalmente crÃtica de comportamento e estilo, como faço por aqui, é preciso não dar motivo para que façam o mesmo com você, ou seja, é preciso ter noção para criticar. Ericuzinho pode até não ter o guarda-roupa dos sonhos, mas tem um guarda-roupa coerente. A prova mais fiel de que ter noção vem de berço, vem a seguir.
Reparem na foto abaixo qual o menino mais empetecado da turminha do pré-primário “Pequeno PrÃncipe”?
Óbvio que é o petit Eric. Agora, me digam outra coisa.
Alguém tem dúvida de que o petit Kingston será da minha turma?
Gwen is like my Mom!
Jake Gyllenhaal no livro inédito do Mário Testino. Vou comprar, óbvio, afinal preciso saber para onde Jake tá olhando tão surpreso na foto, antes que a curiosidade me mate, como no ditado popular.
Quem quiser, eu não empresto.
Em momento apoteótico do novo clipe - vide posts atrás - Victoria pergunta à produção se ela teria que fazer carinho ou até mesmo encostar as suas mãos na Geri, que ri da situação. Dizem que este item não constava em nenhuma cláusula do contrato, portanto não passou disso. Alguém já conseguiu entender o roteiro do clipe? E o porquê da Geri no colinho da Beckham? Castigo? Como ajoelhar no milho, descansar a cabeça nos ossos de nossa cyborg favorita? Ficaà a dúvida.
Gente, é por isto que eu amo a Disney e herdo de minha infância a adorada coleção de Clássicos em VHS. Existe coisa MENOS erótica do que uma Princesa dando leitinho a um veadinho? Óbvio que não. Quem pensa em bobagem não um terço da ingenuidade que habita minha alma. Cambada de gente impura.
Pecadores!
Whatever, o flagra faz parte dos bastidores do ensaio fotográfico de alto teor lúdico feito por Annie Leibowitz, em trabalho para a Disney, é claro. Rachel Weisz se montou de Branca de Neve, enquanto Julie Andrews encarnou a Fada Azul, junto com a phopha Abigail, de Little Miss Sunshine, que comentei há poucos posts atrás.
Hebe Furtado ganhou o prêmio de melhor álbum no EMA deste ano, que rolou ontem, na Alemanha. Realmente o CD é muito bom pra descer até o chão, afinal tem o toque do Timbaland, atual Midas do cenário pop mundial. Vai, inclusive, trabalhar com Madonna em seu próximo álbum e com participação do Justin. Enfim, nada disso importa diante da minha dúvida. Tudo bem que Nelly é uma mulher portuguesa, com certeza, mas, sei lá, depilar as axilas é uma coisa higiência e indispensável para uma mulher, néam? Já tô imaginando a Abigail precisando dum trato lá por baixo.
Como era de se esperar a nova série da Globo, O Sistema, é ótima. Na verdade cheguei a esta conclusão antes mesmo de assistir, afinal, sendo roteirizada por Fernanda Young e o marido Alexandre Machado e protagonizada por Selton Mello, não tinha como ser diferente. Segue a linha Os Aspones, que denunciava a falta do que se fazer em uma repartição pública que trata o interesse social de maneira despreocupada. O Sistema mexe com o social de maneira semelhante. A falta de liberdade do ser humano que deixa sua vida ser guiada por máquinas, sendo até mesmo vigiado por elas.
Pra começar, os trocadilhos com o conhecido Sistema são inúmeros. Desculpas por um sistema que cai, por um sistema que não reconhece direitos do cliente, que não fornece consolos - não pensem bobagem - a ele e, por fim, mas não por último, as famosas vÃtimas do sistema, os revoltados, os desfavorecidos, ou os revoltados por serem desfavorecidos, whatever. O enredo chega a mostrar um mundo Matrix, para onde a pessoa vai quando consegue reivindicar o tal sistema, indagando, protestando e se virando contra ele. Um exemplo bastante válido, por onde a história começa, são as operadoras de telemarketing que mexem com a paciência de qualquer um.
O cenário, uma empresa operadora com mais de mil funcionárias a postos em seus telefones, todas de mesmo nome, Regina. Graziella Moretto, faz a Regina que realmente se chama Regina, sendo a “Regina que é Regina” - ufa - que encontra o personagem de Selton devido a uma ligação que ele faz para reclamar serviços à operadora. Matias - o Selton - é um fonoaudiólogo que não perdoa os vÃcios de linguagem de Regina, que busca uma promoção para operadora ativa. “Você é cheia de vÃcios de linguagem e está tendo uma overdose”, trecho em que me mijei rindo. Em outro momento, quando Matias vai até a operadora querendo falar com a “Regina”, sem saber qualquer outra referência da pessoa, a gerente pergunta se ele sabe se ela é uma operadora ativa ou passiva, ao que ele responde “olha, nem sabia que ela era lésbica”. Muito bom!
Maria Alice Vergueiro, a famosa Tapa na Pantera, também está no elenco. Na verdade a série é justamente ligada a nerds e pessoas voltadas ao mundo virtual, que participam suas vidas navegando em vÃdeos que circulam na rede e talz. São 6 capÃtulos, então melhor assistir logo, antes que acabe. Ficaà a dica. Beijas!
Saiu também a capa das piriguétis, na Playboy de novembro. Outra caracterÃstica das capas da atual gestão é a ênfase dada à s chamadas de matérias e o tamanho das mesmas. Claro, há o apelo comercial e sabemos bem disso, afinal, se a gente não anuncia, como iremos vender, não é? Um exemplo é a Revista da MTV, que na época em que era vendida em banca, seguia o modelo padrão de revistas que precisam chamar atenção do leitor que procura novidade. Agora, em sua nova fase, comercializada somente através de assinaturas, a Revista MTV ficou mais cult e desprendida da cafonice sugerida nas ruas. Não há chamadas, afinal o leitor não precisa ser chamado, saca? São artes complexas expostas em capa, fotografias sem legendas, certa vez era apenas um espaço em branco, só com o logo, para o leitor ali rabiscar. Além do fato de que através de cadastro de assinantes, a empresa consegue saber qual seu público e, assim, focar seu conteúdo através dele.
Playboy jamais seria comercializada apenas para assinantes, claro e nem estamos protestando isso. O fato é que a revista poderia se reformular, como fez a francesa que traz Juliette Binoche, estrela de peso, numa capa limpa, nada comercial, apenas bela e diferente. O problema é que o povo brasileiro além de ser desprovido de cultura, é subestimado pelas próprias empresas que promovem essa ignorância e deixam as pessoas se afundarem na falta de chance de apreciar algo novo. Brasileiro não gosta de bunda? Então é bunda que vamos colocar. É este o pensamento, é esta a regra.
Agora, pra quebrar o gelo, vou mostrar a vocês a técnica atualmente usada por nós, Diretores de Arte acostumados a lidar com o poder da imaginação e objetivo de nossos clientes. Vamos descartar todos os anos de faculdade e a eterna busca de referências artÃsticas para nos render ao novo e sensacional produto Make my Logo Bigger Cream. Quando seu cliente pedir para aumentar o logo na peça, deixar tudo mais alegre, preenchido e com muita emoção, não perca tempo e não apele ao Prozac. Make my logo BIGGER, NOW!
Vamos ao passo-a-passo que fez com que a Playboy deste mês não tivesse folga na diagramação de suas chamadas. Antes de mais nada encomende junto ao Make my logo Bigger, o White Space Eliminator, que fará com que suas peças não respirem, não tenham folgas e informe absolutamente tudo, sem resumo nenhum.
Adquiriu o produto? Basta então uma aplicação - é spray! - e sua peça estará to-tal-men-te preenchida. Saca só o antes:
E o depois:
Para assistir toda a campanha, clique na imagem abaixo. Beijas!
Saiu a divulgação da Playboy com as “atrises” do Casseta & Planeta. Na verdade elas são figurantes, daquelas que aparecem lááá atrás da cena, há 20 metros, só a cabeça passando, mas estão lá. E quem agarante isso é o Aran, o atual Editor(?) da revista. Ele, aliás, só nota as figurantes, afinal, estrelas e protagonistas não vendem tanto, né?
Para quem não sabe, Aran, antes de assumir o comando da Playboy, em abril do ano passado - data que marca a pior fase da revista, se estendendo até agora - era o responsável pelas edições da Sexy, assim como também já trabalhou em outras publicações, com seus devidos méritos. A questão é que, comandar a empresa que era sua concorrente vem trazendo dor de cabeça à grande maioria dos leitores. E isso se reflete em números baixos de venda. A charge abaixo é da Sexy de junho de 2004, onde Aran dá uma satirizada no seu atual “patrão”:
É, Aran, se o Hugh vê isso quem tá morto é você. Aliás, será que ele viu que você colocou o Gerard D´epardieu na edição de janeiro? Hein, hein?
Saiu o novo clipe das Spice Girls, Headlines - Friendship Never Ends. Bocejos. E como não bastasse a música falar a mesma coisa de sempre, especialmente quando lembramos de Good Bye - primeiro single feito sem a Geri, logo que ela tinha deixado o grupo - até o clipe se parece. Bocejos. Diferente de 10 anos atrás, hoje vejo que o grupo tinha realmente que acabar no auge, senão seria um fracasso logo ali. Spice Girls são sinônimo de re-pe-ti-ção. E olha que tenho todos CDs - inclusive os importados. Heh. Mas são superficialmente vendáveis. 10 músicas por álbum que vão tratar da mesma coisa. Friendship, friendship, friendship e uma overdose de friendship.
Daà no clipe de Good Bye, elas chegavam de limousine em um casarão luxuoso e abandonado, com lustres, cristais e, cada uma, em algum cômodo diferente fazia com que elementos se quebrassem e blábláblá. Bocejos. Logo que elas viraram 4, tudo era pretexto para fazer um clipe ligado aos 4 elementos da natureza, tanto que desta idéia übbercriativa nasceram uns 4 clipes, também. Bocejos.
Agora que voltaram a ser 5, torna-se mais complicado de fazer um roteiro criativo, não concordam criançada? Siiim. Pois, bem, vamos então ao novo video das meninas. Bocejos. Elas começam o clipe entrando onde? Num casarão luxuoso e abandonado cheio de lustres e cristais, todas vestidas em longos de cetim, como se tivessem acabado de errar o lugar onde seria o baile da formatura do curso de Moda e Estilo do Senac. De repente, surgem com figurinos sadomasoquistas, dizendo “i wanna tell the world i’m giving it all to you”. MAS só as que estão fazendo a dieta da Luciana Gimenez tiraram a roupa. Emma e Mel C ficaram só no figurino formanda. Mel B tirou só a blusa, pois a situação ali tá meio oversized, também. Reparem que Victoria faz a mesma pose durante o video inteiro, movimento talvez causado pela quantidade de laquê em seu cabelo.
Bem tirem suas conclusões e, caso alguém entenda o roteiro, mail-me. Beijas!








