Tipos, eu não consigo mais ver um trabalho desta atriz sem ficar observando o que tem por baixo da maquiagem que sempre nos enganou. Acabei de ver um comercial do Itaú - aliás nem sei como consegui lembrar de qual empresa era o comercial, de tanto que tentei desvendar o que tinha por baixo do pó - e lembrei também da recente entrevista que ela deu. Acho válido e acho digno. Ela foi no Jô e se mostrou assim, como na foto. Tem talento de sobra, taaanto que a gente nunca se preocupou em notar algo estranho. Fica aí a homenagem.
Bárbara Paz fez a linha Thammy Gretchen e foi vestida de homem na festa de lançamento da Playboy. Eu NÃO acho tendência. Volta pra casa, muda de roupa, prende o cabelo e põe uma jóia.
Tipos, a Record fez a versão brasileira do Simple Life e blábláblá vamos ao que interessa. Karina Bacchi e Ticiane Pinheiro interpretam o que as sem-noção Paris Hilton e Nicole Ritchie faziam de verdade. Agora o que cada uma delas tem em comum, eu juro que não sei, pois nem a tinta do cabelo tem a mesma qualidade. As americanas são herdeiras de uma fortuna infinita e nunca precisaram trabalhar na vida, enquanto nossas representantes precisam ralar para manter a pose. O escritor George Mair, autor de uma biografia não autorizada de Paris, garante que a socialite ganhou o primeiro cartão de crédito aos 9 anos de idade, enquanto Karina, aos 14 começou com a carreira de modelo, fazendo os catálogos da Hermes, na seção dos sutiãs para grávidas, devido aos peitões. Se isso não é necessidade, é o que?
Da série NOTÍCIAS QUE VÃO MUDAR A SUA VIDA: Hoje foi um dia simbólico para Irislene-Highly-and-Obviously-Photoshopped-Stefanelli. Ela vestiu uma roupa simbólica, assim como seu cabelo e maquiagem e foi para sua formatura, também simbólica. Símbólicos, pois não eram de verdade, era tudo uma ilusão. Ela largou a faculdade para entrar no BBB, cujo prêmio foi simbólico, afinal ficou lá atrás. O cachê de 700 mil reais para a Playboy, simbólico também. Dizem que não passou dos 300. As vendas da revista? Hmmmm…uma questão simbólica, meramente. Ah e pra fechar, um buquê de laranjas de plástico, que só posso chegar à conclusão que também eram…bem, vocês sabem.
Tipos, a Courtney Love anda dizendo que a Amy Winehouse é a pessoa mais adepta aos tóchicos que ela já conheceu. Quanto de pó será que Amy deve cheirar, por minuto, para deixar no chinelo gente como o próprio Kurt, a própria Courtney, a Kate Moss e a Lindsay? Será que é possível?
Daí tem um joguinho com a Super-Amy, cujo objetivo é pegar umas garrafinhas de alcoólicas e acertar na cabeça dos puliça que estão vigiando a bonequinha. E dá pra ir escutando remixes de Rehab durante o jogo. Bora treinar, clica aí!
Gianne Albertoni é outra que tá linda na capa da VIP deste mês. Aliás, só modelos e atrizes deveriam posar para este tipo de revista, afinal, só elas sabem dar sentido a um ensaio. Gianne aparece sendo vigiada, apalpada e protegida por vários manos e os cliques são do fotógrafo de moda Christian Gaul.
A revista ainda não chegou nas bancas, mas o famoso Zeca - o cara que sempre lança as fotos antes de todo mundo - já tratou de espalhar o ensaio de Bárbara Paz na Playboy de setembro. Eu a-mei, só posso dizer isto. O fotógrafo Márcio Scavone, que recentemente lançou livro com retratos de gente como Fernanda Montenegro, Malu Mader, Pelé, Constanza Pascolato e Fernanda Lima é estreante na Playboy. O cara manja muito e veio pra salvar o ano. Com Gisele Bündchen no currículo e fotos para Vogue e Louis Vuitton não poderia ser diferente.
Bárbara ficou muito bonita, apesar das manipulações feitas em seu rosto, por conta da cicatriz. Interpretou, né, inspirou-se em Marilyn nas fotos da exposição “Ultimos Dias”, atualmente em New York, com o Teatro Oficina, em SP, como cenário. E ficou foda, como todo ensaio de atriz fica.
Mais que Marilyn, eu senti uma vibe Sex Book de Madonna, principalmente nesta última foto, que fecha o ensaio. Playboy, que tinha abandonado as fotos em PB desde o ano passado, finalmente volta com esse estilo neste mês. Ou seja, depois de 1 ano e meio à frente da Direção da Revista, Aran, enfim, notou o que o leitor da Playboy deseja. Mulheres interessantes, em ensaios marcantes. Bola dentro!
Na época da sequência de O Diário de Bridget Jones, Renée Zellweger faturou SÓ 15 milhões de libras para que ganhasse 14 quilos para viver a personagem cheinha. Meu sonho. Daí a Weightwatchers, empresa de produtos dietéticos ofereceu mais 32 milhões para ela ser a garota-propaganda da marca, com o bônus de 300 mil para cada quilo extra perdido.
Daí dias desses, ela foi no show da banda Tom Petty & The Heartbreakers em pele e osso, pesando cerca de 12 quilos, cobertos por um pijaminha e um cabelo so last season a la Victoria Beckham. Madonna e Angelina fazendo escola. Visual desnutrido é o grito.
A primeira é a Britney que saiu de casa sem uma de suas lentes (clica na imagem para ver maior), sem uma peruca decente, sem maquiagem, sem vergonha na cara, enfim, e a outra criatura é a Jessica Hilton - ou Paris Simpson - resultado de uma manipulação no photoshop que fundiu as faces das duas.









