Aí, a Madonna adotou o novo hobby de Angelina Jolie - dar uma passadinha na África e levar uma criancinha de souvenir. Tá, eu sei que é uma atitude um tanto nobre mas não deixa de ser um pouco neurótica, né? Mad, please, você pode ajudar de taaantas maneiras tooodo o continente africano se assim desejar, mas o Rocco e a Lourdes Maria são obrigação somente sua, né?! Pra começar, Mad, uma pinça U-R-G-E-N-T-E antes que Lola fique a cara de Frida Khalo!

O visual de Elza Soares me parece bem mais natural que o de Lil´Kim, não? Vamos anotar o número do cirurgião de nossa musa-tupiniquim, porque melhor que isso acho que ninguém faz. Já notaram em que a Scheila Carvalho se transformou? Tão nova e já desprovida de expressões como o Cigano Igor. Lastimável.


29 de Aug de 2007

Exorcismo das oito

Momento “eu tava só no remoto-controle” para a nova novela da Record - a emissora que quando crescer quer ser a Globo - estreou agora à noite, antes do cocô Simple Life que eu queria ver, aliás preciso falar nessa bosta depois. Enfim, essa novela é uma coisa meio Clone, meio Heroes, mas consegue ser mais bizarra. É a história dum médico que criou uma espécie de seres humanos transgênicos com estranhos poderes. Só sei que durante os quinze minutos que aguentei, vi uma menina que dá choque nos pais, um garoto lobisomem cheio de pentelho - sim, porque no script do ator continha a fala “olha aqui, este guri tem até pentelho” - que virara um cachorro e atacava o pai, uma menina corcunda que chorava sem parar e por aí vai.

O engraçado é que são todos atores da Globo. Claro, segundo escalão, mas conhecidos da Globo e fazendo papelão. Daí a gente concluí que o que faz um ator é um texto, ou é claro, o improviso. No caso de televisão vale o texto e o desta novela é duvidoso. Vale por algumas captações de imagem, apenas. Agora não bastava a ceguinha de América e da Moça Munita, vou ter mais motivos para um pesadelo hoje a noite? MEDA(versão mirim)!

*Ah, o Leonardo Vieira tá na novela. Hmmm, tá bem, vou ficar quietinho.

Como a gente tá numa vibe photoshop, cicatriz e Bárbara Paz encarnando Marilyn Monroe na Playboy de setembro, nada melhor do que juntar tudo num assunto só. 22 de junho de 1962 é uma data que ficou marcada para a história da fotografia. Regada a Dom Pérignon, Marilyn chegou ao quarto de um hotel, em Los Angeles, local onde seria fotografada por Bert Stern. Era um ensaio para a revista Vogue, onde a estrela se propôs a encarnar a sensual e se mostrar todinha de maneira ousada. Pelo menos para a Vogue.1 mês depois ela virou purpurina e este tornou-se seu último ensaio. De arrepiar, né?! Principalmente se a gente tenta interpretar seu olhar e suas expressões manifestadas de diferentes maneiras a cada foto, mas o que surpreende mais não é apenas isto. Semanas antes do ensaio ela fora submetida a uma cirurgia na vesícula, que a deixou grosseiramente marcada por uma enorme cicatriz. Na época, como não existia o photoshop, as fotos que evidenciavam a marca gritante foram rejeitadas e, mal sabiam que hoje, onde a gente tá acostumado a ver ilusões de ótica em capas de revistas, aquela foto seria venerada como uma das grandes fotos de Marilyn. Justamente por ser tão verdadeira.

Ai, sei lá. Me emociono com qualquer coisa dessa mulher, acho ela foda. Daí vi hoje uma reportagem na TPM deste mês, com o ovulante Gianecchini na capa e, desde lá fiquei só pensando nesse papo todo que tá correndo por aí do monte de retoque feito na Irislene-Highly-and-Obviously- Photoshopped-Stefanelli, como se tudo isto fosse novidade. Alguém, por acaso, esqueceu do alien que a Playboy criou em novembro de 2005? A mulher-sem-umbigo que apavorou aquela edição?

Pois imagina se fosse verdade aquele corpo sem sua válvula de escape, afinal, onde então fora cortado o cordão umbilical daquela pobre mulher? MEDA!

28 de Aug de 2007

Momento vício


Esta menina se chama Regina Spektor. Fofa, né? Mas tem atitude rock´n´roll nas letras de suas músicas. Já conta um ponto saber que ela não canta a respeito de pés-na-bunda, lamentações e garotos. É russa, mas mora desde criança no Bronx, onde começou a tocar piano e ter influência de artistas como Billy Holiday. Uma amiga baixou toda a sua discografia, gravei um CD e - desculpa aí, Regina - tô simplesmente viciado. As músicas são diferentes de tudo que já ouvi, ela abusa da voz e dos sons que pode reproduzir com ela. E toca muito. E interpreta mais ainda. O melhor álbum, na minha opinião é Soviet Kitsch, mas é quase impossível não curtir absolutamente todas suas músicas, principalmente ouvindo-as em versões ao vivo.

Como dica, para quem quiser baixar o sumo da cantora, eu aconselho a tristérrima Chemo Limo (I ain’t about to pay for this shit/I can afford chemo like i can afford a limo and on any given day I’d rather ride a limousine), Ghost of Corporate Future, Poor Little Rich Boy, Better, Hotel Song, That Time, Ode to Divorce, Carbone Monoxide, além das divertidíssimas Baby Jesus e Bobbing for Apples (someone next door’s fucking to one of my songs).


O primeiro look foi Elzado do thesartorialist.blogspot.com, na seção European Shorts, Milan & Paris - que nem preciso dizer que ficou algo sobrenatural de tão perfeito. Já o segundo, é o marido da Botox Carvalho, no dia do casamento, fantasiado - eu acho - de Puffy Daddy de Asunción. Momento-vergonha-alheia total.


Alguém me explica o que é isto que a Toni Braxton está usando? E, pelamordedeus ONDE ela está usando? Na esquina da Obino? Na Rua Augusta? Em Copacabana? Na figuração da novela das oito? No lançamento de La Conga Sex, estrelando Gretchen? Hmmm, só quis causar um pouco? Hmmmm, conseguiu!

27 de Aug de 2007

Gypsy Queen?

Pontualidade irlandesa é pho-da. Flávia e eu estávamos em dúvida se saíamos para beber algo e se atrasar um pouco para o show, a sorte é que desistimos. O evento, marcado para às 20h, começou exatamente neste horário. Dolores e seu terninho preto de microfibra -que pelamordedeus, não duvido ter sido feito por alguma costureira local - entraram no palco de cara com Zombie, uma das gigantes da antiga The Cranberries.


Ficamos razoavelmente perto da cantora e de sua banda - que mais pareciam ciganos romeiros, uma coisa meio Gipsy Kings, com muito cabelo, muita barba, muita cor e muito xadrez, que distoavam da simplicidade fofa da Dolores. Eu tinha vontade de abraçar ela e dizer “Amor, você canta taaanto que eu até esqueço que com esse terninho você parece mais uma operadora de telemarketing”. Sério, de fechar os olhos e jurar que aquela voz não tá saindo dela, que é alguma reprodução de muito boa definição, mas, não, ela canta pacas. Sem falar na dancinha tosca, desta vez meio tímida, feita especialmente na performance da música Animal Instinct.


Tá, daí thankgod ela tirou o casaquinho - um número maior que o dela - e voltou um com uma blusa que ficaria horrorosa em qualquer pessoa de bom senso. Mas nela, não. Um coisa meio frente única, roxa, onde nas costas tiras de tecido formavam uma spiderweb. Daí voltando ao repertório ela cantou quase todas as músicas do novo CD, deixando de fora Ecstasy, uma das melhores e, lamentavelmente, esquecendo da antiguinha Just my Imagination, onde a dancinha tosca seria muito mais evidenciada.


Troféu Borocochô para o público. Cre-do! Além de não ter lotado, o pessoal não parecia muito animado, não parecia pular de alegria ao som de Salvation, como eu e Flá. Ela pedia palmas e mãozinhas-pra-lá-e-pra-cá e todo mundo cansava nas primeiras 2 voltinhas. Cheguei a acessar a comunidade dela no Orkut momentos antes do show para checar se tava rolando alguma novidade e li que alguns fãs iriam distribuir balões vermelhos para todo mundo encher na hora da performance de Dreams - música final - como uma homenagem à cantora. Porém o máximo que aconteceu foi a presença de meia-dúzia de balões murchos que tentaram em vão causar algum friozinho na barriga da Dodô.

Durou pouco, cerca de 1h e 20min, mas valeu muito a pena. Ela é uma cantora perfeita, dispensa elogios e foi muito querida na tentativa de soltar alguns “ôbrigádios” enrolada na bandeira do Brasil.

26 de Aug de 2007

"Eu vô!"


E agora, com licença, vou para o show da Dolores O’Riordan em POA. Siiiiiiiiiiiiiiiim, vou lá delirar com muita música antiguinha dos Cranberries e as do seu novo cd Are U Listening?, fazendo aquela dancinhas toscas junto com ela. Amanhã volto com fotos!

Beijomeliga!

“Eu quase demiti todo mundo.” Uma frase, célebre, de Roberto Civita a respeito da capa de janeiro deste ano, a surfista Andrea Lopes. Como ele mesmo fala, só pode ter sido gozação. E sabemos que foi. Em 32 anos, Playboy nunca teve um ano tão deprimente como esse e isso a gente vê com clareza neste documentário, lembrando que desde desde abril do ano passado, a revista - que vem sendo monitorada pelo ex-editor da revista Sexy - tem quebrado uma série de protocolos que atendiam a vontade do leitor. Do verdadeiro leitor, digo. E é massa ver Ricardo Setti, que foi um dos maiores Editores da revista afirmando que é comprovado que a Playboy caiu na qualidade, sendo hoje um simples objetos de venda.

Daí nesse documentário dá pra lembrar de várias coisas interessantes, como a Mata Atlântica no meio das pernas da Cláudia Ohana, aliás, que mulher P-O-R-C-A, além dessa quantidade absurda de pentelhos, nuuunca na vida vou esquecer uma apresentação ao vivo na época de Vamp, onde ela tinha esquecido de depilar - argh - suas axilas. Aí contrariando tem a foto da Galisteu se depilando no giletão. E segura na mão de Deus: Feiticeira Prado, a recordista virou evangélica e disse - depois de ter feito 3 ensaios, sendo um deles com o marido, oh! - que nunca mais posa. Sei.

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