Já vazou o segundo clipe de Madge, do Hard Candy e, como já era de se imaginar é Give it to Me, mesmo. Até porque é a música que a geral simpatiza logo de cara. O momento true blue do álbum e, sem dúvidas, a mais divertida. Mas preparem-se que não é nenhuma novidade no quesito imagem, afinal vocês já viram M-Dolla com o mesmo chapéu, a mesma calcinha e as mesmas botas enormes nas inúmeras capas da Elle, assim como no video Behind the Cover. Ou seja, a titia resolveu cantarolar get stupid, get stupid, get stupid, don’t stop it, enquanto fotografava para a revista. Depois foi só adicionar umas cenas solo de Pharrell e pá, fez-se um clipe. Acredito que a correria seja por conta da turnê que tem inÃcio em 3 meses, ou seja, um tempo curto pra elaboração de tanta coreografia, além da divulgação de Hard Candy. O próximo clipe, caaaaaso Madonna tenha um tempinho de gravar cenas bacanas, deve ser The Beat Goes On, com o Kanye, mas eu tô achando meio difÃcil, viu? Bora pro play:E aÃ? Curtiram?
* Thanks, MOL!
Com o Marcelo eu toparia uma inversão de papéis. Calma, sujeira. Eu tenho vontade de marcar uma consulta com esse cara só pra dizer “meu, tu quer desabafar? o que tá se passando, hein?”. Sério, porque, pfff.
The roof, the roof, the roof is on fire. We don’t need no water let the motherfucker burn. Burn motherfucker, burn! E sabe quem é a motherfucker literal da parada e que quase virou churrasquinho? A ex-namorada do 50 cent, Shanika Something e o filho do casal que vem brigando pela posse da mansão em NY, avaliada em alguns bons milhões. Segundo a fudida e mal-paga, o cara tinha prometido passar a casa para o nome dela, mas estaria fazendo o contrário e dando um pé na bunda, caso a querida não pagasse direitinho o aluguel. Depois das brigas judiciais, no decorrer do mês o rapper teria dito que mandaria alguém pra matá-la, o que faz com que seja o principal suspeito dessa presepada toda, afinal o incêndio não fora acidental de jeito nenhum. 6 pessoas que estavam na casa foram parar no hospital e a versão da mulher é que alguém teria entrado na casa 1 hora antes do fogo se espalhar. Claroam que esta pessoa não é o cara, porque ele estava gravando um filme em outra cidade e estaria inclusive pagando 50 centavos pra saber quem foi o responsável pelo acontecido, afinal, óbvioam, ele está completamente, cof, chocado.
Podem falar o que for, que Angie tá parecendo o Mufasa, que o photoshop comeu e que tem uma veia naquele peito quase dando um tapa sa sua cara, porque achei essa mulher deslumbrante na capa da Vanity Fair de julho. Extremamente sexy, com o detalhe da gravidez dos próximos integrandes da futura banda United Colors of Brangietton. Como colecionador de Playboy há mais de 10 anos, espero há pelo menos 13, uma nova capa como esta, num close de busto, ainda vestida e só no batonzão, quase pintando uma vagina no rosto.
Maria Padilha não é nenhum exemplo de mulher maravilha, pelo contrário, mas em março de 94 ela protagonizou um dos ensaios mais interessantes da revista, sem contar com a capa que acho linda e uma das mais sensuais da história da Playboy. E vocês podem me jogar quartzos pontiagudos que não mudo minha opinião por nada. O ensaio seguiu toda uma linha rodrigueana e, me corrijam se estiver errado, foi clicado por Bob Wolfelson é de autoria de Márcia Ramalho.
Você aÃ, morena, que já teve aquela vontade louca de mudar o visual depois de ver um clipe da Madonna altamente descolorida e esperou a manhã seguinte pra ser uma nova pessoa depois de se drogar com tanto oxidante na cabeça, vai entender isso. Porque provavelmente não deu certo e quase nunca dará, afinal isso implicaria nascer loura na próxima encarnação ou casar com o dono de uma fábrica de água oxigenada de primeira, além de trepar com um tintureiro sempre que a raÃz disser alôu, a cada 3 dias. Aliás, você ainda deveria achar um tintureiro macho para isso. Não sendo assim, a morena aà tem que se acostumar a sentar na poltrona do salão com os cabelos molhados, ainda escuros, depois de enxaguar a tinta e levando um susto logo após a secadinha básica que revela uma laranja mecânica, uma sósia do He-Man, do Roberto Leal ou do Gugu. Olhaaaaaaaaa:
Isso que dá ir no salão sem uma idéia na cabeça, literalmente, deixando tudo nas mãos do cabeleireiro, literalmente e de novo. DaÃ, logo após a secadinha do vaporzinho quente e revelador do secador, observando a merda que fez, é a hora de enrolar a cliente, dizendo que o corte não fora inspirado num pacote de palitos Gina, mas sim em temdemsyaz européias, afinal, hã, em Londres é o novo preto. Ah, claroam, o corte também foi inspirado nas formas geométricas dos desenhos de Niemeyer. É, não dá pra negar que realmente lembra bastante as obras de BrasÃlia.Não, sério.
Isto era para ser um vestido de noiva, aquilo dali era pra ser um chapéu ou uma espécie de véu e por baixo de todo este filme de Tarantino, era para estar uma mulher, não fosse uma granada acabar com o casamento e com a aparência desta pobre moça. Coisa de mulher invejosa, cheia de mágoa de cabocla, se vingando no Dia do Sim, sabe? Ok, agora the awful truth. Isto é uma campanha de moda, daquelas do Marc Jacobs, em que ele aproveita pra tirar o maior sarro de sua modelo topa-tudo. Depois de vesti-la de Teletubbie, piñata e sobrevivente do acidente da TAM, chegou a hora de Jacobs homenagear Brandom Lee, jogando um Corvo por cima de Beckham.

















