Tô caganu pra Sandy, EGO e afins. Eu falei que no momento em que a Britney ficasse um pouco mais próxima de ser chamada de gente eu não teria mais o que falar aqui. Aliás, falta muito pra dezembro?
Então, agora só penso em Madonna, Kylie e em faturas de cartões de crédito estourados. O assunto ainda é este por aqui. Só queria dividir com vocês umas fotinhos que recebi hoje de minha amiga chiquérrima que conheci na França, a Kellen, uma louca que tá indo em vários shows da nossa musa e que semana passada esteve no de Londres.
E quem vai em Londres não pode perder o ponto turÃstico mais importante da cidade. Abadia de Westminster? Palácio de Buckingham? London Eye? Big Ben? Quê? Negócio é colocar a mão na maçaneta da Madge!
E pra terminar, rolou show em Lisboa no domingo. O auge do espetáculo? Madonna fazendo a Preta Gil e tombando com a perninha lá em cima. Mas antes, vocês podem notar o momento mais irritante do show, onde Maddie esfrega a guitarra feito uma cadela no cio nas caixas de som, gerando um som extremamente incômodo e fazendo com que a geral leve os indicadores aos timpanos. Não precisava. Aliás, Hung Up tá encantada: ela já errou a letra, já tocou guitarra que não tava funfando (no show que fui) e agora caiu. Torcemos para que no Brasil ela não tome uma bala perdida neste momento. Era isso. Até.
5 show no Brasil.
Não esperem Madge tão cedo depois disso. Eu diria até pras meninë já irem se despedindo da véia para todo o sempre, porque depois de ficar 10 dias no foco da dengue, acho beeeem difÃcil ela pousar em solo latino nas próximas turnês. O boato que tá rolando é de que ela vai cantar alguma coisa pra agradar os viados brasileiros, como já fez com Girl of Ipanema em 1993. Pois Deu Zebra revela: Madonna vai cantar nada mais do que A Lua me Traiu.Um alovose especial pro Rafa, moreno, lindo, alto e çençuau.
Fiz alguns updates, porque é impossÃvel lembrar de cada detalhe de uma vez só. Inclusive baixei o áudio do show e, escutando repetidamente, eu penso “nossa, durou isso tudo?”. Lá dentro a sensação é de que tudo acontece em 15 minutinhos.
EU FUUUUUI!
Oi, oi, oi, estou de volta ao Brasil e um pouco chocado com a palavra Brasil, pra falar bem a verdade. Sem delongas, eu quero contar sobre o show da Madonna. Tô vendo a loucura dos fãs brasileiros para enfim conseguir ver o show da DIVA, cariocada de cara e os paulistas se preparam para o furacão que vai acontecer na meia-noite de hoje. Se tudo correr como previsto, estarei no show do dia 20, em SP, também. Mas, sem querer quebrar nenhuma expectativa de quem tá ansioso, melhor não esperar um show como o Confessions, até porque uma estrutura como aquela jamais viria ao Brasil, Chile e Venezuela ok?

Antes de curtir o show em Nice, eu já tinha visto ele através da câmera de alguns amigos que chegaram na França logo após o show de Cardiff. Então eu já conhecia o figurino estranho, já sabia a ordem das músicas, já sabia que no final simplesmente dizia “GAME OVER” e que não caÃa nenhum balãozinho no encerramento. Eu já sabia que não teria surpresas, mas, oi, eu ia ver Mad-d-d-d-donna e isto me bastava.

Dia 26, o sol a pino, sem nenhuma nuvem o dia inteiro, o plano era estar no Estádio Nikaia as 8h da manhã para entrar na fila, afim de pegar um lugar bom. Apesar de irmos em grupo, a entrada de cada ticket era por uma lugar diferente, o que fez com que ficássemos separados durante o dia inteiro, até entrar no estádio. Desprevenido, sem protetor solar, sem uma sombra pra me encostar, acabei torrando no sol da riviera francesa afim de ver a titia mercenária mostrar sua candy shop, até as 14h, quando ameaçaram abrir os portões. Quando vi, era aquela cambada de franceses, espanhóis e italianos sem noção querendo pisar em todo mundo. Resultado? Geral se assustou e fecharam novamente os portões fazendo com que todos ficássemos em pé, esmagados uns nos outros, com o sol fritando os camarões até as 17h quando finalmente começaram a liberar a entrada.


Meu outro medo era que pegassem as câmeras, já que no convite dizia ser interditado o acesso, mas depois de uma rápida revista, as mochilas eram liberadas. Ufa! Por um engano de tickets, eu nem sei explicar como e nem por que, eu fui parar na área VIP em frente ao palco, com apenas uma pessoa em minha frente. Eu pensava “gente, eu paguei 62 euros, o ingresso mais barato e tô aqui, de cara pra Madonna?”, então resolvi me manter ali, quietinho, para que ninguém notasse que nem pulseirinha do golden circle eu tinha. Olhei no relógio, putaquepariu, recém 18h, o show marcado para as 20h certamente começaria depois das 21h e, com o estádio aberto, o sol ainda castigava a massa, quase morri.

Robyn abriu o show por volta das 19h, o que deu uma animada no pessoal que já estava exausto por esperar um dia inteiro pelo show de Madge, sem contar com o número alto de pessoas que passaram mal e tiveram que ser retiradas da muvuca. Eu mesmo não sei como aguentei. Devia fazer uns 40º secos em Nice, a água já era distribuÃda de graça, assim como os tabletinhos de açúcar que ajudavam o público a manter-se em pé. Ir ao banheiro? Esquece, meu filho, ou faz na calça. Europeus são DEVERAS rigorosos quanto a um lugarzinho privilegiado na hora do show, mesmo que sejam umas múmias tetraplégicas no quesito animação. Quanto a isto, brazilians do it better, realmente.


Com o horário de verão, finalmente o sol foi embora por volta das 21h40, quando as luzes deram inÃcio ao espetáculo e começou aquela gritaria. Eu não sabia se ficava parado, se pulava, se berrava, se ficava quieto, se fotografava, se filmava, se cantava, se vomitava de emoção ou se fazia xixi na calça.


A sensação de ter Madonna tão próxima é algo impossÃ
vel de explicar, é Madonna, gente. Exatamente por isso que minhas fotos ficaram muito desfocadas e os vÃdeos muito curtos, afinal ela estava na minha frente e isso é algo que não se pode desperdiçar. É preciso curtir com os olhos aquele momento, dava pra ver até a atadura na perna, por baixo da meia arrastão. Dava pra notar as plásticas, os cÃlios enormes. Dava pra ver aquela mulher ali, de perto.

Uma dica: quem fica ali, feito sardinha, na frente do palco vê a Madonna, mas perde grande parte do espetáculo, como o que se passa nos telões. Eu mal vi o vÃdeo da Britney, por exemplo, o que me fez ir um pouco mais pra trás a partir do terceiro bloco.

O show abre com Candy Shop e quando tu vê já tá começando Beat Goes On, assim, coladinha com o Gugu como se Madge não tivesse tempo pra perder nem para conversar com o público. E ao contrário de Confessions, em que a bola se abria no meio do público, Mad aparece lááá de trás do palco, até porque nesta estrutura não existe uma catwalk grande como na turnê passada. A coreografia é a mesma da promo tour e em BGO uma esteira traz um carro branco pro centro da cena. Depois é a vez de Britney dar as caras no telão, quando começa Human Nature e titia pega uma guitarra pra fazer a performance.


Como eu não conseguia tirar os olhos de Madge, que foi até a ponta do palco onde ficou durante toda música, acabei perdendo o que acontecia no telão durante a maior parte do tempo, mas nada mais era do que Nonô encapuzada, trancada e se debatendo dentro de um elevador e cantando “express yourself, don´t repress yourself” de vez em quando. No fim da música, pra acompanhar o “i´m not your bitch” de Mad, Britney solta o famoso “it´s Britney bitch”, ao que as viadas da platéias vão ao delÃrio.
Chega a hora de Vogue, embalada por uma introdução de 4 Minutes. Naturalmente seria uma pegadinha, uma baita surpresa, oh, caso não tivessemos ouvido grande parte do show durante a passagem de som que aconteceu durante a tarde inteira, que fez com que o público já soubesse qual seria os momentos exatos de cada performance, antes mesmo do espetáculo começar. Nesta coreografia, Madonna aponta para o público diversas vezes e encara quem tá ali perto. É óbvio que qualquer pessoa pode falar isto, mas, oi, a Madonna me olhou e eu tinha vontade de vomitar a minha alma de tão emocionado. Aquela imagem dificilmente vai sair da cabeça do Ericuzinho.

O primeiro bloco fecha com o vÃdeo de Die Another Day e Madonna belÃssima montada numa franja e ultra sexy. As imagens foram usadas no tourbook que infelizmente não consegui comprar, pois deixei pra última hora. Detalhe: custava nada menos que 50 euros. Tudo na lojinha é muito caro, mas tem um shortinho de boxeador com “sticky and sweet” estampado na bunda. ImperdÃvel, vai?
Depois vem a ótima Into the Groove, uma das melhores performances certamente. Superanimada, muita cor e até uma introdução de Missy Elliott com Gossip Folks dão um embalo diferente, totalmente anos 80 e o público acompanha a letra através do telão divertido, psicodélico e multicolorido. No finalzinho da apresentação os dançarinos entram com uma corda, começa a tocar um remix de Jump e feito uma garça de tão leve, Madonna mostra que é possÃvel ter fôlego pra pular e cantar sem perder a majestade, muito menos a forma aos 50 anos. MagnÃfica.
Heartbeat começa depois que as dançarinas trocam os tênis de Madge. No telão, imagens de eletrocardiograma e no palco Mage apresenta a mesma versão do cd, sem nenhuma surpresa. Até achei que ela colocaria uma pimenta a mais na hora do “see my booty get down like”, mas não. Coreografias muito básicas, inclusive. Depois vem novamente a guitarra e uma versão ótima de Borderline. Galera delira! E foi na hora em que bati boca com uma francesa que reclamava das cotoveladas que eu estava dando nela. “Quer ficar parada, amor? Ar-qui-ban-ca-da. Aqui o brasileiro vai dan-çar. Beijos.”

She´s Not Me era a parte que todos estavam esperando. Na fila, dava pra ver a francesada enlouquecida, comentando que era a hora em que as dançarinas apareceriam vestidas com suas roupas clássicas e que isso seria o último grito, que seria bafo. Mad
ge surge então com seus óculos ridÃculos, geral pira, morre rindo e 4 dançarinas aparecem feito manequins enquanto Mad vai arrancando as suas roupas, acompanhando a letra da música que diz “ela nunca será como eu”. A música termina, Madge se joga no chão, coloca a peruca de cabelos curtos do visual de Express Yourself e se arrasta ao som de Last Night a DJ Saved My Life até o telão que ilustra as portas de um metrô. É a hora de Music, com a mesma versão remixada da promo tour, inclusive com a mesma coreografia.

Acabou o segundo bloco e resolvi dar uns passos pra trás, afinal também queria curtir o show como um todo. Como eu disse, ali na frente é pra ver apenas Madonna, quem quiser ver o que acontece nos telões, tem que ficar mais distante. Começa então um vÃdeo muito chato que introduz o bloco de músicas mais paradas, no mesmo momento em que o telão cilÃndrico desce para o centro do palco. Devil Wouldn´t Recognize You toca, enquanto Madge está montada numa capa preta, totalmente escondida dentro deste telão, que serviu para dar um efeito de chuva na performance. Era tanto barulho de água que nessa hora quase morri de sede, mas ir ao bar era uma coisa que eu devia tirar da cabeça, assim como fazer pi.
Hora de Spanish Lesson e Madonna solta umas frases em español. Os spanishs que estavam em minha frente vão a loucura e erguem uma bandeira do paÃs me fazendo dar uns passos para o lado. A versão é tão chata quanto do cd e a gente fica torcendo para que acabe duma vez. Miles Away começa e Madge senta num banquinho pra tocar violão, como na promo tour. Mapas são mostrados no telão. Boring me.
La Isla Bonita, a que eu mais esperava, começa. Ainda bem que eu tinha espaço pra dançar, porque foi o momento em que miacabei de verdade. Já sabia que a versão era a mesma do Live Earth, com a presença dos ciganos romenos e os pedaços de Lela Pala Tute. Com a coreografia na cabeça e na ponta dos pés, o brasileiro aqui deu show na platéia. Francesada pirou comigo, beijos.
Doli, Doli, Doli, música dos ciganos é tocada, Madonna fica quietinha e uma cigana faz um dança chatésima. Começa então You Must Love Me, com imagens de Evita ao fundo, um clima pesado, dá a maior vontade de chorar. Quem forçar uma lágrima até consegue. Pelos telões também é possÃvel ver a expressão cheia de emoção de Madonna, suas mãos que denunciam os 50tinha segurando o violão, enfim, tudo muito lindo. Dá vontade de morrer ali.

Começa mais um vÃdeo nos telões: GET STUPID. A música é um remix e acompanha o ritmo do vÃdeo SORRY da Confessions Tour, que mostrava imagens de lÃderes guerrilheiros, editadas com miséria, pobreza, etc. Em Get Stupid, versos de Bet Goes On, como “your choice, it´s time, your life, yout world” dão o tom para imagens do cotidiano mundial, além de dar o maior ibope para Obama. A edição termina com uma imagem dele, inclusive. Em quem os viados americanos vão votar? tum-tch-pssss
O último bloco é extremamente pobre. O figurino é terrÃvel, aquela ombreiras, pelamordedels. As músicas 4 Minutes, Ray of Light e Hung Up não sofreram absolutamente nenhuma modificação desde suas últimas apresentações.


O que salva é Like a Prayer que ficou divina, altamente dançante. O show termina com Give it to Me, com a mesma coreografia pobrinha da promo, nos telões simplesmente aparece GAME OVER e absolutamente nada cai do céu. O público realmente fica com a sensação do “tá, era isso?”.

Enfim, gente, um sonho realizado. O show não é o melhor, ok, mas ainda continua sendo a mesma Madonna deslumbrante de sempre. É impossÃvel não vibrar enquanto essa mulher está no palco, ela te leva a um nirvana, a coisa mais louca. Quem conseguir o tão esperado ingresso, vai poder viver o que vivi. E a gente se encontra lá. Beijos!
UPDT: esqueci de contar, na performance de She´s Not Me, onde imagens de toda carreira da Madonna são alternadas, o video deu pane e começou a pular freneticamente (não era edição), e ficou pausado na imagem de Beautiful Stranger por uns 10 segundos. Depois disso, o telão se ap
agou, Madonna teve que dar conta sozinha do palco, pois nem os dançarinos estavam ali, até a imagem voltar, 20 segundos depois.
E em Hung Up, não sei se é da coreografia, mas ela trocou de guitarra 2x e ainda reclamou pra produção que precisaria de outra. Não pareceu ensaiado, não. Pena que não tenho video.
conta da bunda deste cocker spaniel com torcicolo.
59, 60, ok. Criançada, esse mês a Playboy é pra vocês! Uma boneca Bratz na capa, olha só, hein! E ainda é edição de música, com clipes comentados de Madonna, Shakira, Beyoncé e Pussycat Dolls! Eu não consigo parar de inserir exclamações neste texto! Ele é muito alegre! Iguais aos machos que vão adorar esta revista, né! Zuper alegres estes rapazes!














