Como a gente tá numa vibe photoshop, cicatriz e Bárbara Paz encarnando Marilyn Monroe na Playboy de setembro, nada melhor do que juntar tudo num assunto só. 22 de junho de 1962 é uma data que ficou marcada para a história da fotografia. Regada a Dom Pérignon, Marilyn chegou ao quarto de um hotel, em Los Angeles, local onde seria fotografada por Bert Stern. Era um ensaio para a revista Vogue, onde a estrela se propôs a encarnar a sensual e se mostrar todinha de maneira ousada. Pelo menos para a Vogue.
1 mês depois ela virou purpurina e este tornou-se seu último ensaio. De arrepiar, né?! Principalmente se a gente tenta interpretar seu olhar e suas expressões manifestadas de diferentes maneiras a cada foto, mas o que surpreende mais não é apenas isto. Semanas antes do ensaio ela fora submetida a uma cirurgia na vesÃcula, que a deixou grosseiramente marcada por uma enorme cicatriz. Na época, como não existia o photoshop, as fotos que evidenciavam a marca gritante foram rejeitadas e, mal sabiam que hoje, onde a gente tá acostumado a ver ilusões de ótica em capas de revistas, aquela foto seria venerada como uma das grandes fotos de Marilyn. Justamente por ser tão verdadeira.
Ai, sei lá. Me emociono com qualquer coisa dessa mulher, acho ela foda. Daà vi hoje uma reportagem na TPM deste mês, com o ovulante Gianecchini na capa e, desde lá fiquei só pensando nesse papo todo que tá correndo por aà do monte de retoque feito na Irislene-Highly-and-Obviously- Photoshopped-Stefanelli, como se tudo isto fosse novidade. Alguém, por acaso, esqueceu do alien que a Playboy criou em novembro de 2005? A mulher-sem-umbigo que apavorou aquela edição?
Pois imagina se fosse verdade aquele corpo sem sua válvula de escape, afinal, onde então fora cortado o cordão umbilical daquela pobre mulher? MEDA!







