14 de Nov de 2007

cara de pau

Tem uma coisa que move a vontade dos pretensiosos artistas: o dinheiro a paixão pela arte. Já tô até cansado de ver fulana dizendo que não vai posar pelada, afinal ainda não é o momento, não é o público e blábláblá. Daí o que acontece no mês seguinte? Abigail à mostra pra todo mundo que quiser ver. Juliana Knust, semana passada fez com que todos os leitores da Playboy ficassem sem rumo, sem saber quem seria a capa de dezembro, afinal, segundo ela, posar nua não estava em seus planos, não era o momento certo, etc, etc, etc. Dias depois qual a notícia? Juliana na capa de fim de ano, vem pra salvar o pior ano da história da publicação. A notícia seria melhor se a moça não se mostrasse uma pessoa tão interesseira preocupada com sua exposição.

Pra ilustrar o que falo, vejamos o que aconteceu no final de 2002:

1- Em outubro de 2002, Kelly Key foi a entrevistada de Playboy, na seção “20 perguntas”. Vejam o que a cantora fala a respeito de um ensaio na revista:


2- Em novembro de 2002, menos de um mês depois da entrevista, Kelly Key já tinha contrato pra ser capa da Playboy. O que prova que o amadurecimento infantil é tão rápido quanto Sasha comprando sutiã, afinal, se Kelly achava não ser legal uma criança ver sua vadjáina nas bancas um mês antes, sinal que a puberdade corre em ritmo acelerado.


3- Com seu público infantil totalmente amadurecido, em questão de 60 dias, Kelly Key chega às bancas em dezembro de 2002, de biquini, afinal, a exigência da
ex-mulher do Latino modelo era não estar nua na capa, o que mostra a consideração com as criancinhas, né? É, ou não é, ou não é?

Artigos Relacionados

0 Comentários

Deixe seu Comentário: