“Se eu fosse homem, eu transava comigo”, diz Grazi.
“Se Grazi fosse homem, eu virara hetero”, conclui Eric.
Aí deu no EGO, que a Grazi se acha uma pessoa superespontânea, querendo, na verdade das verdades, é dar desculpa por andar sobre quatro patas e não saber falar direito. “Eu não procuro palavras bonitas para enfeitar uma frase. Falo o que estou sentindo, não estou nem aí”, diz ela. Pois, saiba, phopha, que “cabelereira” não é uma palavra bonita a ponto de embelezar uma frase, mas cuspir o termo “cabelelêra” estando na frente da Marília Gabriela, isso, sim, é um horrô. Ah, e esperar que “o público vêem” sua próxima estréia como p-r-o-t-a-g-o-n-i-s-t-a de novela da Globo, também, é uma vergonha. Cresce, conjuga e discursa. Beijas!







