30 de Oct de 2007

Corro de burro quando foge

“Se eu fosse homem, eu transava comigo”, diz Grazi.
“Se Grazi fosse homem, eu virara hetero”, conclui Eric.

Aí deu no EGO, que a Grazi se acha uma pessoa superespontânea, querendo, na verdade das verdades, é dar desculpa por andar sobre quatro patas e não saber falar direito. “Eu não procuro palavras bonitas para enfeitar uma frase. Falo o que estou sentindo, não estou nem aí”, diz ela. Pois, saiba, phopha, que “cabelereira” não é uma palavra bonita a ponto de embelezar uma frase, mas cuspir o termo “cabelelêra” estando na frente da Marília Gabriela, isso, sim, é um horrô. Ah, e esperar que “o público vêem” sua próxima estréia como p-r-o-t-a-g-o-n-i-s-t-a de novela da Globo, também, é uma vergonha. Cresce, conjuga e discursa. Beijas!

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