“Johnny Depp, entre Don Juan e Edward mãos de tesoura. Pequeno PrÃncipe, de Exupéry e Peter Pan. Caio Fernando Abreu. Cazuza. Um clown, de Shakespeare. Jogo de encaixe. Um lÃrio azul. Pedaço de torta de limão roubado.
Absurdamente incomum. Perfeitamente oscilante. Profundamente doce. Sedutoramente rebelde. Absolutamente simples.
O Eric não traça um caminho em linha reta, não acredita em vidas monocrômicas, não curte sorvete, não acha graça em futebol, trocaria o repetir-se cotidiano por uma taça transbordante de champanhe na beira da praia, ou no canto de uma sacada discreta. Para ele não há silêncio sem brilho, nem bolso sem história para contar, nem feiúra sem beleza, tampouco riso sem dor.
Entenda-se Eric não como ser fragmentado, mas plural, multifacetado, plenamente habituado à pós-modernidade, de que já descobriu o segredo: o novo no recriar. Um artista.”
Este foi um presente emocionante da querida Andréia Pires - a Déia - ex-colega de faculdade, jornalista e escritora.








Andréia Pires
colega de faculdade é pra sempre.. eu acredito nisso. e lendo esse texto de novo.. sei lá.. sinto tanta falta de ti sabias? ainda mais hoje que queria contar uma novidade.
te amo, amigo. isso, sim, é pra sempre.
em 1/ Nov/ 2006 | às 10:00 amAndréia Pires
olha, a fran disse que vem pra Rio Grande amanhã, seria tri bom se tu pudesse aparecer tb..
em 1/ Nov/ 2006 | às 10:00 amMC
Lindo! A Déia é genial!
em 5/ Nov/ 2006 | às 10:00 amThaise de Moraes
Esse texto é muito lindo, e é uma definição perfeita de ti.
em 13/ Nov/ 2006 | às 10:00 am