“Eu quase demiti todo mundo.” Uma frase, célebre, de Roberto Civita a respeito da capa de janeiro deste ano, a surfista Andrea Lopes. Como ele mesmo fala, só pode ter sido gozação. E sabemos que foi. Em 32 anos, Playboy nunca teve um ano tão deprimente como esse e isso a gente vê com clareza neste documentário, lembrando que desde desde abril do ano passado, a revista - que vem sendo monitorada pelo ex-editor da revista Sexy - tem quebrado uma série de protocolos que atendiam a vontade do leitor. Do verdadeiro leitor, digo. E é massa ver Ricardo Setti, que foi um dos maiores Editores da revista afirmando que é comprovado que a Playboy caiu na qualidade, sendo hoje um simples objetos de venda.
Daà nesse documentário dá pra lembrar de várias coisas interessantes, como a Mata Atlântica no meio das pernas da Cláudia Ohana, aliás, que mulher P-O-R-C-A, além dessa quantidade absurda de pentelhos, nuuunca na vida vou esquecer uma apresentação ao vivo na época de Vamp, onde ela tinha esquecido de depilar - argh - suas axilas. Aà contrariando tem a foto da Galisteu se depilando no giletão. E segura na mão de Deus: Feiticeira Prado, a recordista virou evangélica e disse - depois de ter feito 3 ensaios, sendo um deles com o marido, oh! - que nunca mais posa. Sei.







